sexta-feira, 8 de janeiro de 2010

UM PRINCÍPIO PARA A PROSPERIDADE

"Amado, acima de tudo faço votos por tua prosperidade e saúde, assim como é próspera a tua alma." (III João 2)

Precisamos saber onde estão os princípios que nos levarão ao discurso bíblico da prosperidade.
Se existe uma área que não podemos andar por rotas de aventura, mas devemos ser respaldados biblicamente, é o da prosperidade.
Por muito tempo, ficamos com medo de falar de dinheiro, de dízimo, de oferta alçada, de oferta missionária, da oferta específica, da oferta com propósito, e, principalmente, da oferta das primícias. Se falássemos sobre isso, vinham vários estigmas sobre a Igreja, sobre o líder, sobre o Pastor e, por causa disso, a Igreja ficou com a sua prosperidade atada no reino do espírito.

A primeira geração de hebreus escravos saiu próspera do cativeiro egípcio (Êxodo 11:2; 12:35; 20:23). A segunda geração escrava, na Babilônia, saiu próspera para reconstruir o templo e a cidade. Somos uma geração que precisa entender a prosperidade e sair do pensamento de cativeiro, como se nunca fôssemos sair das dificuldades. Não precisamos ficar pobres o resto da vida. Devemos aprender a sair honrados, na unção da prosperidade.

Se Deus não fosse próspero

Em Levítico 23:15, descobrimos os princípios liberados pelo Senhor para que o povo vivesse em plena prosperidade, há seis mil anos. Então, o discurso de prosperidade não é invenção de homem nem é recente. Além de ser bíblica, a prosperidade agrada a Deus. Se Ele não fosse conhecido como Deus de prosperidade, não faria o Éden frutífero que fez, nem faria as promessas que fez a Abraão em Gênesis 12-18, nem manteria essa promessa para Isaque e para Jacó, que depois de virar Israel ficou mais rico e temente.

Se Deus não fosse Deus de prosperidade, não alimentaria, ao longo da Bíblia, as promessas que fez lá no início, a Abraão, Isaque e Jacó, de que eles seriam uma nação poderosa, rica e abençoada. Os hebreus saíram do Egito prósperos. Deus lhes disse que, quando saíssem do cativeiro egípcio, não sairiam como escravos, nem sairiam vazios:

“E eu darei graça a este povo aos olhos dos egípcios; e acontecerá que, quando sairdes, não saireis vazios, porque cada mulher pedirá à sua vizinha e à sua hóspede jóias de prata, e jóias de ouro, e vestes, as quais poreis sobre vossos filhos e sobre vossas filhas; e despojareis os egípcios.” (Êxodo 3:21-22)

“Fala agora aos ouvidos do povo, que cada homem peça ao seu vizinho, e cada mulher à sua vizinha, jóias de prata e jóias de ouro. E o Senhor deu ao povo graça aos olhos dos egípcios; também o homem Moisés era mui grande na terra do Egito, aos olhos dos servos de Faraó e aos olhos do povo.” (Êxodo 11:2-3)

Se Deus não fosse Deus de prosperidade, também não teria movido o coração de Ciro, rei da Pérsia, para este dar a ordem de devolver todas as riquezas do Templo, da Casa do Senhor que foram levadas para a Babilônia: “E até os utensílios de ouro e prata, da casa de Deus, que Nabucodonosor tomou do templo que estava em Jerusalém e os levou para o templo de Babilônia, o rei Ciro os tirou do templo de Babilônia, e foram dados a um homem cujo nome era Sesbazar, a quem nomeou governador. E disse-lhe: Toma estes utensílios, vai e leva-os ao templo que está em Jerusalém, e faze reedificar a casa de Deus, no seu lugar” (Esdras 5:14-15).

A redenção legitima a prosperidade

Não existe prosperidade legitimada se não estiver embasada na redenção que Jesus nos deu e que nos proporciona andarmos em linha com Deus, para não deixarmos que o inimigo tenha argumentos contra nós. Isso porque, quando se fala em prosperidade, sempre há uma suspeita, entende-se que há acúmulo de riqueza, e se especula de onde essa riqueza veio. Vejamos dois significantes da redenção que falam de prosperidade: a prata e o trigo.

A prata

Um dos livros que faz parte dos classificados como “Profetas Menores”, Ageu, capítulo 2, é um discurso sobre a prosperidade. Lá está escrito: “Minha é a prata, e meu é o ouro, disse o Senhor dos Exércitos”. Prata, no contexto bíblico, significa redenção. Então, quando Deus disse antes “Minha é a prata”, é porque Israel jamais teria a riqueza sem antes ter a redenção. Igualmente, a Igreja não pode andar fora da redenção. A pessoa pode andar na riqueza, mas ser um indivíduo empobrecido no essencial, que é a redenção em Cristo.

Quando o Senhor fala primeiro na prata, na redenção, isso é um sinal para lembrarmos que Jesus foi vendido por 30 moedas de prata; José também foi vendido por 20 moedas prata. Aquilo significava que a redenção estava sendo negociada. Isso era uma afronta judaica. A Bíblia poderia dizer apenas que eram 30 ou 20 moedas, mas ela enfatiza que eram de prata.

O trigo

Há uma festa bíblica que é festa de prosperidade, tanto material quanto espiritual: Pentecostes, a Festa da Colheita, do cereal. Era celebrada durante sete semanas e durava exatamente o tempo da colheita da cevada. Ao final da colheita do cereal, eram feitas as entregas das primícias, dos primeiros frutos. Até hoje Israel entrega as primícias, e é a única Nação que faz isso. Porém, foi implantada uma doutrina anti-semita na Igreja e, com esse sentimento, a Igreja não aprendeu a fazer essa entrega das primícias.

No fim das sete semanas, a colheita culminava com o início da colheita do trigo. Jesus disse que o grão de trigo só daria fruto se caísse na terra e morresse. Isso fala da morte e ressurreição dEle, que trouxe a nossa redenção, ou seja, o Trigo nasceu dentro de nós. Nesse dia, em que os judeus comemoravam a colheita dos cereais, completando as semanas de Pentecostes, houve a primeira grande COLHEITA da Igreja: “E, cumprindo-se o dia de Pentecostes, estavam todos concordemente no mesmo lugar... De sorte que foram batizados os que de bom grado receberam a sua palavra; e naquele dia agregaram-se quase três mil almas” (Atos 2:1 e 41).

Então, Pentecostes fala de uma colheita legitimada. Observe que as Igrejas que mais cresceram foram as pentecostais, embora nem conhecessem esse princípio espiritual.

Nosso direito à prosperidadeJesus foi cravado na Cruz para tirar de nós toda maldição, inclusive a da miséria, pobreza e ruína, e nós resgataremos a nossa prosperidade de acordo com os princípios da Palavra, porque a Igreja tem direito à promessa da prosperidade que lhe foi legada na Cruz do Calvário. Gálatas 3:13-14 diz que temos direito à mesma prosperidade de Abraão: “Cristo nos resgatou da maldição da lei, fazendo-se maldição por nós; porque está escrito: Maldito todo aquele que for pendurado no madeiro; para que a bênção de Abraão chegasse aos gentios por Jesus Cristo, e para que pela fé nós recebamos a promessa do Espírito”.

Teremos nossa prosperidade abençoada se entregarmos as ofertas das primícias, as ofertas de louvor, de dons, de talentos, de propósito, as ofertas alçadas etc, mas, não devemos esquecer de que devemos andar de acordo com a Palavra, pela redenção em Cristo Jesus. Assim, Deus nos fará prósperos, porque dentro de nós, através do Espírito Santo, mora o Dono da prata e do ouro. Se você entender esses princípios, haverá uma grande revolução de prosperidade na sua vida e na sua família.

quarta-feira, 6 de janeiro de 2010

UMA VISÃO PROFÉTICA DE UM GOVERNO JUSTO

“Haverá um justo que domine sobre os homens, que domine no temor de Deus. E será como a luz da manhã, quando sai o sol, da manhã sem nuvens, quando pelo seu resplendor e pela chuva a erva brota da terra.” (II Samuel 23:3,4)

O salmista Davi, em suas últimas palavras, tem os seus olhos abertos profeticamente e visualiza na direção dos governos da terra um Justo que governará com Justiça sobre os homens. É correto afirmarmos que ele estava visualizando o governo do Messias e do Justo, Jesus de Nazaré, que reinaria pelos princípios do Reino de Deus na Terra e moldaria nos homens, pela Sua palavra e pelo Seu Espírito, o caráter do Reino.

No texto acima, vemos dois aspectos importantes como conseqüência da implantação desse Reino.

1. Será como sol, como a manhã resplandecente

Isso significa um governo de céus abertos, cujos ares espirituais fluem os propósitos divinos para a terra. São céus limpos sobre a cabeça do povo trazendo o fluir da vida de Deus livremente. Quem não gostaria de uma liderança assim para sua vida, família, cidade e nação? Acredito que todos queremos, e se trata de um apelo coletivo: um justo no governo.

2. A produção do fruto da terra

Um segundo significado aponta para a resposta da terra por conta da bênção de Deus quando um justo governa. A terra produz o seu fruto com qualidade por conta do céu ter visitado a terra. Trata-se de uma figura utilizada pelo salmista que aponta para o fato de que há um fluir de bênção como decorrência de um sistema de governo sonhado, idealizado pelo próprio Deus. Quando tivermos um justo, um aliançado com Deus no domínio de uma cidade ou de uma nação, haverá uma movimentação favorável da natureza por essa terra e esse governante.

3. O desafio de fazermos dessa visão uma realidade pessoal em nossos dias

A aliança é a maneira que Deus escolheu para se relacionar com a humanidade. Os aliançados com Deus são herdeiros das Suas promessas. Daí o desafio de fazermos com que nossa casa esteja assim: Debaixo de um governo, de uma liderança justa.Temos, então, o desafio de trabalharmos o nosso caráter. Promovermos um alinhamento mental, ideológico e espiritual na direção do sonho divino de um justo no governo. As conseqüências são as melhores possíveis descritas na visão profética do salmista e que chegará até nós se fizermos disso uma realidade em nossa nação.

O que fazermos? A resposta, encontraremos nos atos de Deus. Assim como Deus Pai trouxe Jesus pela união da Palavra mais a ação do Espírito Santo em uma vida disponível, esse mesmo ato divino virá sobre nós. “Salve, agraciada; o Senhor é contigo; bendita és tu entre as mulheres (...) Maria, não temas, porque achaste graça diante de Deus. E eis que em teu ventre conceberás e darás à luz um filho, e pôr-lhe-ás o nome de Jesus. Este será grande, e será chamado filho do Altíssimo; e o Senhor Deus lhe dará o trono de Davi, seu pai; E reinará eternamente na casa de Jacó, e o seu reino não terá fim. E disse Maria ao anjo: Como se fará isto, visto que não conheço homem algum? E, respondendo o anjo, disse-lhe: Descerá sobre ti o Espírito Santo, e a virtude do Altíssimo te cobrirá com a sua sombra; por isso também o Santo, que de ti há de nascer, será chamado Filho de Deus. (...) Disse então Maria: Eis aqui a serva do Senhor; cumpra-se em mim segundo a tua palavra. E o anjo ausentou-se dela.” (Lucas 1:28-38)

Assim como a virgem Maria concebeu a vontade divina e gerou o favor de Deus para os homens, assim também devemos conceber o sonho divino de vermos um Justo que governe com justiça sobre os homens e no temor do Senhor. Dessa forma, certamente teremos um Brasil melhor.

terça-feira, 5 de janeiro de 2010

MENSAGEM DA CÉLULA: UMA FAMÍLIA DE EXCELÊNCIA

“Deus faz que o solitário viva em família; liberta os presos e os faz prosperar; mas os rebeldes habitam em terra árida.” (Salmos 68:6)

A visão da Igreja de Deus Pentecostal do Brasil é família. Cremos que cada família viverá a excelência. O marido, a esposa, os filhos e, assim, toda a família estará resgatada, debaixo de bênção, saúde, paz, finanças equilibradas e vida espiritual sempre crescente.

A mentalidade secular para este novo século é a de que não podemos ser apenas mais um, temos de ser o melhor. Estamos vivendo um tempo em que não podemos mais ser de qualquer jeito se quisermos ter conquistas. Você será ressuscitado para uma vida de excelência e de nobreza para viver debaixo do melhor de Deus. É tempo de resgate!

Estudaremos três tópicos que firmam uma vida de êxito:

1. Testemunho

Não precisa ser crente para ser bom pai, para não ser adúltero, ladrão etc. Cada indivíduo deveria ter um bom testemunho, se não pela responsabilidade espiritual, mas, pelo menos, pela moral e social. Mas, nós, como filhos de Deus, temos a obrigação de ter um bom testemunho, pois o Evangelho está dentro de nós.

2. Experiência

Todos nós crescemos pela experiência. Ninguém alcança êxito sem ter passado por experiências boas e ruins. A experiência nos valoriza, molda-nos e nos forja. É em meio às experiências que mostramos quem somos. Isto é, se tirarmos boas lições e aprendermos de maneira positiva que gere fruto em nossas vidas e na vida de outros. Experiência por experiência não basta.

3. Maturidade

A maturidade nos leva a níveis maiores de conquista e nos responsabiliza.

Estes tópicos aplicam-se também no âmbito familiar. Um casal novo não tem a experiência de um casal de 10 anos. Mas, o testemunho deve ser irrepreensível para qualquer um. O nosso testemunho, a experiência e a maturidade vão fazer a história de excelência da família.

O testemunho envolve o caráter e fala de respostas familiares. Cada membro da família presta contas do seu testemunho para Deus, para o próximo, para a sociedade.

Porém, o que faz com que muitas famílias estejam destroçadas não é a falta de experiência e sim a falta de testemunho, é a presença do “tristemunho” dentro de casa. A falta de experiência é suportável, as meninices são suportáveis, mas o mau-caratismo, não; a falta do testemunho desestrutura qualquer família.

Para dar um bom testemunho familiar, são necessários três itens:

1. Cobertura física e respeito

Tanto o homem quanto a mulher possuem carências afetivas e elas precisam ser supridas no casamento. O cônjuge precisa satisfazer o outro fisicamente e exercer respeito mútuo, a bem de suas próprias orações (I Pedro 3:7).

2. Cobertura emocional

Proteja o cônjuge! Nós somos seres emotivos e precisamos de proteção e cobertura. Todos nós já choramos um dia, já estivemos com um aperto no coração, precisando de alguém para desabafar. E o melhor amigo que você pode ter é o seu cônjuge. A sociedade lançou o descrédito coletivo na família tentando nos fazer crer que o melhor amigo do homem é o cachorro. Isso não é verdade! O melhor amigo do homem é a sua própria família.

A excelência nas emoções precisa ser observada. Deus quer transformar a nossa casa num lar. De que forma um lar tem harmonia e estrutura emocional? Cada um cumprindo a sua função e seu papel. Marido foi feito para proteger esposa e esposa para proteger marido. As mulheres devem tomar cuidado e observar com quem conversam sobre o seu casamento. Muitas vezes, o conselho da vizinha, da colega de trabalho são apenas falácias, fruto de um casamento frustrado. E o pior é que, quando uma mentira é muito repetida, ela se torna, para a pessoa, uma “verdade”.

Você tem protegido emocionalmente seu cônjuge diante dos filhos, dos amigos, dos vizinhos? Vemos, muitas vezes, pessoas que ironizam seu cônjuge na frente dos outros, que menosprezam, inferiorizam; vemos mulheres que jogam os filhos contra o pai, ou vice-versa. Isso prova a meninice na emoção e o coração desequilibrado. Dessa forma, os cônjuges ficam sem cobertura, vulneráveis, estressados.

Restaure a autoridade do seu cônjuge diante dos filhos, para que eles possam ter vocês como referência de pais equilibrados. Muitos casamentos têm falido pela falta de estrutura emocional. Clame a Deus por excelência emocional a fim de que o seu casamento subsista com graça, sem competições. Satanás quer destruir casamentos levando insegurança emocional através da desconfiança, do ciúme exagerado, da fantasia maligna. Mas o Senhor nos diz hoje: Eu sou a tua segurança.

3. Cobertura espiritual

Deus tem-nos mostrado que somos sacerdotes. Sacerdote é aquele que cuida da cura, libertação, e dá cobertura espiritual. Somos responsáveis para ministrar cura na nossa família. A nossa palavra pode curar o nosso cônjuge, filho, pai, mãe, irmão. Cuidado com a sua linguagem, pois, a depender das palavras que você libera, seus familiares podem ficar curados ou enfermos. Como sacerdotes, vamos falar de acordo com a Palavra de Deus e assim liberar cura. Pela liberação da Palavra, a vida se manifesta.

O nosso sacerdócio vai trazer cura, libertação e restauração da família, mediante o que estaremos falando dentro de casa. O exercício sacerdotal cura o casamento. A família pode tomar outro rumo quando assumimos nossa posição de sacerdote.

Assim sendo, se quisermos ter êxito e sucesso galopante em tudo o que fizermos, precisamos seguir os princípios básicos de Deus para a família. Deus criou a família; Ele sabe o caminho da harmonia familiar e este caminho começa pela Palavra.

Uma família de excelência não surge do dia para a noite. Ela é resultado de uma vida de obediência a Deus, oração e, principalmente, leitura da Palavra. O sucesso para qualquer área de nossa vida demanda esforço, dedicação e disciplina. Conquistaremos a excelência, caminhando pelas trilhas de nosso Deus, pois quando andamos pelo caminho da bênção, Ele mesmo segura a nossa mão e nos sustenta com a Sua destra de poder.

VERSÍCULO DO DIA

Caiam mel ao teu lado, e dez mil, à tua direita; tu não serás atingido. (Salmos 91:7)

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